Sem palavras... fiquei sem palavras ao ouvir a sua entrevista. Estou com cancro, e como disse eu também com a doença aprendi a ver a vida de outra forma, a dar valor a coisas que até agora nem me apercebia. É um exemplo de coragem e amor.

Ana Filipa Richardson

Beautiful example of unconditional love!! It was my very first Portuguese book and miraculously understood it, Luis's attitude in life changed me as a woman, mother and teacher and I live by his belief!! Luis would be very proud to know that his fight was not in vain!! I am very grateful for this book.

Angie

Tiva oportunidade e o privilégio de assistir no passado sábado à apresentação do seu livro dedicado ao seu filho Luís, falecido na sequência de um cancro, e tratou-se de um momento único na intrensidade e emoção mas imenso enquanto ato de amor e que me (nos) marcou muito. Partilho aqui uma foto da nossa família, que dedico ao Luís Quintino e ao seu filho Luís, que não tive oportunidade de conhecer em vida mas cuja força e integridade me inspira muito. Obrigado a ambos!  

Pedro Fonseca Santos

Querido Dr. Quintino o meu agradecimento mais profundo por tudo aquilo que expressou através do seu testemunho e da sua linda família. Deus é complecente e sabe orienta-lo de forma a conseguir ajudar quem o rodeia, quem o ouve e quem quer aprender consigo através do nosso querido Luís. A sua explicação e análise por não "sentir raiva" é de uma grandiosidade enorme. Desejo que as pessoas possam ter lido nisso o mais nobre dos sentimentos: O AMOR.

Eva Neves

Parabéns, Dr. Luís Quintino por ter mostrado que quem "Ama" nunca está triste mesmo que o seu coração chore. 

Alberto Santos

Olá querida amiga, neste dia mando um doce e forte abraço para um pai guerreiro, amor incondicional, terno e lutador. Esperava "devorar" o livro mas sou impedida de continuar a leitura ou pelas lágrimas teimosas ou pelo nó na garganta mas ao mesmo tempo sinto-me embalada pelo amor que vos enlaça e une. Beijo cheio de carinho.

Professora Lúcia

E no aconchego cá de casa agradeço a todos pela óptima noite. Cheia de palavras e sons. Estarei sempre disponível para boas causas como esta. Vou já devorar estas páginas... Muito obrigado.

Andreia Da Fonte Antunes

Olá Luis. Como está? Espero que bem. Ando a devorar completamente o seu livro. É uma verdadeira lição de vida que me está a saber muito, muito bem...

João Ferreira

Foi um orgulho fazer parte. Todas as pessoas com quem falo dizem ter adorado e perguntam se está para ficar. Acho que, sem querermos, este evento acabou por também funcionar como a reunião de uma geração. Acho que o luís deve estar mesmo orgulhoso de tudo. Um grande abraço de obrigado a todos!

 

João Lima Vieira

Que alegrias e sucesso te acompanhem nessa caminhada. És verdadeiro e fico feliz pelo seu sucesso. Sempre!

Ana Cristina Costa

Fiquei super emocionada com toda a história do Luís. Uma estrela brilha forte no céu. 

Cristina Oliveira

Quem lhe dá toda essa força misteriosa é a Luz do Luís.

Amélia Ferreira

Um grande bem-haja pelas belíssimas palavras e pela sensibilidade. Um grande e eterno beijo ao Luís.

Diana Leandro

Sem palavras para te expressar o que vou lendo. Pai coragem.

Amadeu Ferreira

Gostava que soubessem que hoje acabei a minha leitura e que me encontro num misto de emoções. Mas, mais orgulho pelos meus tios e pelo meu primo não podia ter. Que sorte que eu tenho! "É na transgressão em que a vida nos coloca que nos dedicamos e amamos cada vez mais."

Nuno Lima Vieira

Existem pessoas com o dom de nos fazerem renascer; com o dom de nos lavarem a alma; com a capacidade sobre-humana de nos fazerem querer viver mais e melhor. O Luís confirmou a ideia que formei sobre ele. Um homem apixonado e apaixonante; sereno, dolorosamente sereno; sensato e incrivelmente humano. Se me permitir, irei agradecer-lhe com um abraço da próxima vez que me cruzar consigo e me cumprimentar com o seu doce sorriso. 

Rita Pereira

Benditas sejam as pessoas que além de cultivar o AMOR ainda nos presenteiam com ele!

Isabel Amorim

Sem sombra de dúvida que a fluência do discurso vem de acordo com o sentimento que se vive. [...] Ao Luís que tanto pedia que a Vida fosse seguindo o seu rumo sem que «desistissem», está a "mimar" e a manter o "brilho" dos seus olhos que é eterno! O Luís nas suas "Grandeza e Humildade" merece ser «conhecido».

Maria do Rosário Mateiro

Admiro imenso a sua coragem. Não o conheço pessoalmente, mas conhecia bem o seu filho. Frequentáva-mos a mesma confeitaria e nasceu aí uma amizade, porque eu tenho um filho, o Vasquinho, portador de trissomia 21 e eles adoravam-se e a imagem que me ficou e ficará para toda a vida são os abraços que eles se davam, mesmo muitas vezes o seu filho debilitado. Todos nós temos uma história para contar... mas o que mais admiro é como a encaramos. Gostaria imenso de fazer parte dos seus amigos.

A. D.

Boa noite, Luís. Li o seu livro, claro. No próprio dia em que a Ana Granja mo entregou. Está pertinho do meu, na mesinha de cabeceira. O Luís, o seu filho, e o David, meu filho. Ambos retratados na capa. Situações tão semelhantes, as deles. O Som e a Imagem. O Design da Luz e do Som. A paixão pela Música. A paixão pelo saber. A extrema bondade e a força de viver até ao fim, virando as costas à doença. [...] Essa mãe que eu senti ter sido tão amada quanto eu fui. Como se a conhecesse de cor! Um dia destes, quem sabe... Talvez arranje coragem para conversar consigo.

Isabel Maria Sobral Venâncio

Boa noite Luís! Terminei agora mesmo a leitura do livro, só me resta agradecer. O livro mexeu, remoeu e tocou na ferida que nunca ficará sarada e no final soube tão bem. Acalmou e tranquilizou. O Luisinho está tão perto, de peito cheio de orgulho, sorriso na cara e brilhosinho nos olhos. Obrigada.  

Joana Oliveira

As palavras irão surgir, os sentimentos emergir e muitos irão receber o testemunho dessa introspecção como um sopro de tranquilidade e de amor! 

Graça Oliveira

Minha Querida Dai-Dai queria agradecer-te por me dares a honra de poder estar presente como amiga da mãe do coração do Luís, num acto tão nobre, tão sublime que não tenho palavras para descrever o que senti e senti por vós.

Guiomar

O Luís está sempre presente em cada um de nós.

Ana Rodrigues

"A Geometria do Amor" é uma história de amor a três. Uma vida cheia de encanto e magia, mas também cheia de sofrimento e desespero. Foi uma leitura muito gratificante, mas carregada de emoções. 

Conceição Lima

Esse livro já está no Brasil? Gostaria de ler...

Maria Eunice Salvador

[...] apenas para te reiterar, bem como à Adelaide, o nosso agradecimento por termos tido a oportunidade de participar no indescritível encontro nos Paços da Cultura e expressarmos a nossa profunda admiração pelo modo excepcional - e que não é possível classificar por palavras do nosso vocabulário - como foram capazes de viver os duros momentos da doença fatal do Luís e do período que se seguiu após o seu desaparecimento.

Alfredo Jorge

É certo, que a partida do Luís levou um pouquinho de todos nós, mas também é verdade, que deixou uma luz, que me ilumina no dia a dia para continuar a caminhada até estarmos, novamente, todos juntos. 

Luis Filipe Pinto de Oliveira

Algumas pessoas são inesquecíveis. Nunca conheci o Luís, mas era amigo do meu irmão e pelo que li no livro o Luís entra nesse grupo restrito. Parabéns Dr. Quintino pela forma como torna o Luís "tão vivo".

Ana Carla Alberto

Se conseguirem comprem o livro do Dr. Luís Quintino. Depoimento arrebatador de um pai que perdeu o seu filho.

Paula Albuquerque

Parabéns Dr. Luís Quintino pelas palavras e pela serenidade, agora que estou a ler o seu livro, cada vez o compreendo melhor!

Ana Vieira

Ando a ler. Já li uma parte, mas por vezes tenho de parar, fechar e encostar ao peito, fico em silêncio e penso...  

Adelaide Santos

O amor é uma grande fonte de inspiração e mais ainda quando se trata de um filho. O coração fala mais alto.

Maria Celeste Silva

Na parede da minha sala tenho uma foto da Inês. Por baixo escrevi: "Contra o amor a morte nada pode. Viverás sempre em nós, Inês." Se o amor que sentimos pelos nossos filhos mortos exponencia o nosso sofrimento, ao mesmo tempo configura-lhe um horizonte de sentido. É isso que penso, é isso que sinto... O seu livro é um hino de Amor. Obrigado por ele.

Ana Granja

Lindo, Lindo, Lindo... Obrigado Dr. Luís Quintino por estas maravilhosas palavras que nos ajudam a ultrapassar a dor da separação de um ente querido. No seu caso o seu filho no meu o meu pai.

Ana Ramos

Amigo Luís, o seu livro é uma constante inspiração. Parabéns!

Mário Alberto Arango Florentino

Depois de ler alguns textos da vossa "geometria do amor", chorei, chorei, chorei... Senti necessidade de dizer o que me vai no coração. Pela primeira vez na minha vida senti um novo significado do AMOR, um AMOR "geométrico" com "formas" eternas, serenas, infinitas e simples... Um AMOR que ultrapassa o "medo de ter medo" como diz a nossa Capicua Ana... Um AMOR sem fronteiras, sem dúvidas, puro na sua essência que acalma e conforta a dor do coração em desespero e sofrimento... Obrigada pelo que sinto!

Ana Preto

A exuberante elegância da sua escrita, confere um sentido titânico às suas palavras. E sim, cada vez que as leio, adquire o poder de me fazer sentir muito especial. Quem escreve com o coração, tem essas vantagens.

Sandra Pereira

Queridos Dai e Luís: Comecei o livro ontem de tarde e acabei hoje às 5h da manhã. Não consegui largar. Nem sei que dizer, mas lamento muito não ter realmente conhecido o Luisinho. Quando vierem ao Porto por favor telefonem para um café e uma conversa no Majestic.

Graça Fernandes

Um abraço. Forte. Demorado. Esta é a única maneira de expressar que me resta.

Fernando JS Delgado

Estou ansiosa por ler o livro; mas, para já, e sem o ter feito, agradecer-lhe o facto da existência deste livro, que com certeza nos levará para lugares onde iremos querer estar e/ou voltar.

Marta Nunes

Encantadora homenagem. Bem haja.

Júlia Azevedo

Obrigada Nini. Tenho muito orgulho na minha família. Tens de ler o livro!

Rita Grade

Comovente mas fantástica, a tarde de sábado. Obrigada, Luís e Adelaide pela partilha e pelos ensinamentos.

Cristina Amorim

Tenho a certeza que esse abraço vai ser entregue ao seu querido Luís.

Cristina Sousa

Existe uma ligação, uma cadeia invisível que nos une em torno da celebração da vida. Não é da morte que se fala, é da vida! E eu apenas percebi isso ao longo deste processo.

A Geometria do Amor

E, depois de o fechar, lido até à sua última página, fiquei com ele no colo, entre as minhas mãos, quase como que querendo mantê-lo comigo, num prolongamento de mim própria, de tal forma me sentia já parte dele, e sentindo até, perdoe-me o Luís por este abuso, que assim conseguia chegar perto do seu filho Luís e de todos aqueles momentos vividos e retratados no livro, de uma riqueza sem igual.

Clara Lencastre

Dr. Luís Quintino, tão belas as suas palavras. Muito, muito obrigada.

Conceição Santos

Estou a ler o seu livro, e... não consigo parar de chorar. Toca-me muito, em parte porque vivi (ainda vivo) uma experiência algo semelhante. De vez em quando coloco no meu mural frases de livros que estou a ler e que gosto. Coloquei uma do seu. Espero que não leve a mal.

Mário Alberto Arango Florentino

"Continuas a ser presença e vida, ainda que a tua ausência possa sugerir o contrário." Que bonito.

Fernanda Mota

[...] Como tal creio que o Luizinho continua a executar a sua missão de reunir em torno de si e do seu núcleo familiar o círculo de amigos que cada vez mais se vai alargando. No que toca a mim e ao meu núcleo familiar, foi através da publicação do livro que nos aproximou novamente. [...] Sinto-o muito presente na minha vida.

Francisca Martins

Dei voltas à minha imaginação, após ver a sua entrevista, para lhe dizer algo acerca desta. Mas não consegui... Você foi um excelente Pai e é um excelente ser Humano. 

Diogo Lima

Cara amiga, acabei de ler neste momento o grande livro. Emotivo... Não foi apenas o nosso Luís um grande herói, os grandes sobreviventes... Os grandes pais que todos nós precisamos para sobreviver. Um bem haja. Com amor.  

Mãe do Xagui

Uma lição de Vida. Acabei de regressar da FNAC, e vim imediatamente para o computador, passar à escrita aquilo que me vai na alma, e que não fui capaz de exprimir publicamente, mas tendo ficado feliz por saber que o poderia fazer através deste site. (...) fui e vim bem mais rica, de livro na mão (que já comecei a ler nos momentos que antecederam a apresentação) e ao qual já estou presa. E venho também mais rica por ter podido fazer parte de uma partilha tão nobre e tão serena.   

Clara Lencastre

Um amor que nos unirá para sempre.

Tânia Silva

Palavras emocionantes, vindas do fundo do coração, transmitindo tudo aquilo que sentíamos e que sentimos por ele. Apesar de ter convivido pouco com o Luisinho, foram momentos únicos que nunca serão esquecidos... a distância não nos permitia, mas o carinho vai ser sempre imenso.  

Fátima Barros

Parabéns Dr. Quintino por tudo o que nos tem ensinado ao longo destes anos. Muito obrigada.

Alice Espanha

Mal tomei conhecimento deste livro fui de imediato adquiri-lo. Não mais parei até concluir a sua leitura. Aconselho vivamente a que todos o leiam pois é uma história de Amor e de sensibilidade inesgotável. [...] Alguém disse que o Luís Lima, nos anos que lhe couberam, fez mais do que muitos de nós fazem em toda uma vida, e eu concordo plenamente. Todos deviam ler "A Geometria do Amor" e quem sabe se este nosso mundo mesquinho não mudaria para melhor.

Donzilia Pinho

Grande Luís, ontem não tive hipótese de lhe escrever depois de ver a entrevista. Os meus Parabéns, esteve enorme em todos os momentos da entrevista. Tenho muito orgulho em si. Dia 20, pode contar com a minha presença no IPO, em Lisboa. Forte abraço e um beijinho para a Adelaide.

Pedro Amorim

Ó seu testemunho é tão verdadeiro tão puro e tem tanta Luz que só posso dizer "Parabéns"... aos três.

Amélia Ferreira

[...] 5 anos depois, temos connosco a Geometria do Amor... [...] E desde logo, presente na capa do poema escrito pelo Luís, a expressão do Luizinho. Cheia de doçura, introspecção, curiosidade, atenção, conhecimento. Esperança. É com ela que queremos continuar a "celebrar a vida". Tal como ele o quiz sempre fazer.

Marta Martinho

Já terminei, já li e reli o que mais me tocou, e como já disse perante este relato tão cheio de ternura e amor, sinto-me uma formiguinha perante este triângulo formado por vocês os três Luís, Adelaide, Luís. Este livro é o exemplo mais simples e puro do verdadeiro AMOR. 

Isabel Amorim

Luís Quintino, abraço quente da minha África. Coragem.

Amadeu Ferreira

Foi uma leitura fácil, e ao mesmo tempo difícil. Fácil, porque a história e a escrita fluem, o que é mérito do autor e dos personagens também, transbordantes de amor, humanidade e sensibilidade. E difícil porque me toca de várias maneiras. Minha melhor amiga também se foi por causa dessa doença, embora não pretenda comparar essa perda com a de um filho. [...] E falar sobre seu filho e sobretudo da forma como você o fez é relevante, e uma lição de vida para seus leitores.

Leila Mota

Acho que não me lembro de um dia em que não vos tenha visto juntos sem se abraçarem. Dói muito ele não estar cá, é verdade. Mas ele continua connosco, entre nós e em nós.

Daniela Xará

Quero agradecer muito o testemunho fantástico que deu ao mundo e também a sua serenidade.

Joaquim Santos

Vi a entrevista e emocionei-me muito, querido Luís. As tuas palavras, as tuas lágrimas, o teu amor... Quero beijar-te muito e dizer-te tanto, tanto... Não há palavras!!! 

Maria Antónia Anacleto

Saudades dele.

André Brandão

Estou a ler o livro com calma e profundo interesse. Brevemente lhe envio a recensão, que é para mim uma honra e um prazer fazer, uma espécie de homenagem a um aluno singular que marca os seus professores, e também o reconhecimento a todos aqueles que escrevem sobre a esperança desde a limpeza da dor. Um grande abraço.

Yolanda Espiña

Simplesmente comovente, terno e carinhoso. A luta deste jovem promissor é um exemplo de vida. Bem hajam Luís e Adelaide, pelo vosso amor devoção e dedicação. E obrigada Luís por ter mencionado e incluído a nossa querida amiga comum a Tó. Bem hajam. Forte abraço.

Amélia Frias

Eu tenho lido o que o Luís vai publicando. Admiro-o muito. O seu filho Luís é a estrela que o vai acompanhar sempre.  

Maria Augusta Almendra

Eu já sinto saudade de quem não conheci totalmente. Digo isso porque ficou em mim um pouco dele através do livro e fotos tão expressivas. Então o conheci em sua mais profunda expressão do ser.

Ana Maria Lima Marques

Apenas crescento, caro Dr. Luís Quintino, nunca se esqueça do seu "bloco de apontamentos" para que possamos continuar a lê-lo.

Rosa Costa Lila

Já li o livro há algum tempo e também vi a entrevista com o Henrique Garcia e a única coisa que me ocorre dizer é simplesmente "grande coragem".

Alcino

Olá Luisinho.

Ana Rita Valente

Estou amando o livro!! me sinto dentro da história. Me sinto muito mais ligada a vocês cada página que leio. Narrativa muito clara, bem feita, doce dentro do vulcão em ebulição!!! Tocante demais. Vou continuar lendo. Seu filho era maravilhoso!!!!

Ana Maria Lima Marques

Tão lindo! Não há melhor "imagem" de saudade. Sinto o mesmo mas nunca o soube escrever. Parabéns.

Anabela Casal

Olá meus queridos amigos. Acabei de ler o livro. Tive de o fazer de forma lenta pois eram muitas as emoções. Mas ainda estou mergulhada nele e só posso tirar uma conclusão: eu acho que vocês são ANJOS disfarçados que apesar de terem e estarem a passar pela pior das provações fazem e decidem sempre o melhor, o mais certo, o sensato sempre com equanimidade. Como mulher de fé só posso agradecer a Deus por vos ter encontrado no meu caminho. Bem hajam. Namastê.   

Lúcia Branco

Querido Luís Quintino... vi a sua entrevista com a Fátima Lopes, e amei vê-lo e ouvi-lo. [...] Acredito que vai ajudar muitas pessoas que estão a passar por momentos idênticos. Gesto lindo e muito nobre, o seu... Tenho tanto orgulho em si.

Paula Couto

Eu e a Céu acabámos de ver a sua entrevista e queremos enviar um abraço muito amigo de quem se sentiu representado na sua mensagem de Amor. Todos os pais, que vivem e viveram o que nós vivemos, sentem-se orgulhosamente representados nas ideias que o Luís brilhantemente partilhou. 

Pais de João Santos

Neste livro, Luís Quintino relata o percurso do seu filho Luís Lima no cambate à doença e o seu amor pela vida. Traça o percurso de uma família [...] mas não é um livro sobre morte ou doença...  

Vício das Letras

Acompanhei de perto toda a evolução da saúde do Luís, por isso sei que este livro me vai transmitir muita paz interior. Bem hajam pelo exemplo de dedicação e coragem!

Alda Caetano

Tenho continuado a ler aos poucos como lhe expliquei e o seu livro é uma preciosidade como toda a sua generosidade nas palavras! Assim que terminar com certeza que lhe envio a minha opinião, qualquer das maneiras digo-lhe já que estou a adorar, mesmo respeitando as razões deste livro e preferindo do mais fundo de mim que antes nunca o tivesse escrito!

Maria de Oliveira

Desejosa de ler o livro para mim vai ser muito importante! Adorei esta nossa regata!

Cláudia Caracol

Querida amiga, só agora, na tranquilidade de dois dias de férias, abri o livro que esperava, de mim, desculpem-me, alguma coragem. E, minha amiga, comecei a ler e não foi possível parar. É lindo, sim. Mas é muito, muito mais. Voltarei a ler, sem dúvida, uma e outra vez. 

Paula Garcia

Parabéns meu lindo! Abraço até ao infinito.

Pedro Amorim

Quando vos digo que o que recebemos é mais e maior do que damos, refiro-me a situações como esta. Luís Quintino Adelaide, adorei ver-vos e sentir o vosso abraço!!

Graça Oliveira

Um abraço muito muito carinhoso! Peço perdão mas, de momento, não consigo dizer mais nada. A mãe das "meninas Bravo". 

Etelvina Vilardouro Bina

Estou profundamente emocionada com o que acabei de ler. Quanta elevação existe na vivência do Amor!

Anabela Reis

Adorei ler a geometria do amor, algumas vezes as lágrimas atriçoaram-me, tive de parar. Obrigado.

Maria Ceu Almeida

Adelaide e Quintino: "Escrevi este livro por caminhos desconhecidos, mas sempre cheguei a ti e às tuas histórias guiado pela respiração do amor." Esta afirmação é extraordinária porque íntima, verdadeira, poética. Talvez só a experiência da solidão do homem perante a morte permita a descoberta de que o melhor legado de uma vida seja o amor. Obrigado pelo vosso testemunho.

Abel Paiva da Rocha

O Luís foi e será para sempre o vosso paraíso, carregado de estrelas sem lugar para nebulosas!!

Adélia Leite

Tenho 25 anos, conheci o Luís de vista e tenho o seu livro oferecido pela minha mãe porque sabe que eu o queria. Não sou de muitas palavras a exprimir-me, sou de ler e só tenho que lhe dizer: Obrigado!

Raquel Silva

No meio de uma plateia a transbordar em que vi todos/as com lagrimas nos olhos, Senti Vida em cada momento, Morte é só para aqueles que deixam a vida passar por eles sem a sentir e sem deixar marca. Não me parece que o Luís "tenha partido". Ele é demasiado Vivo para isso. Falaremos depois de eu ler o livro.

Maria Clara

O meu coração esteve sempre apertado, porque queria entrevista-lo como mãe e não como apresentadora. O meu respeito pela vossa dor é tão profundo, que eu só queria passar-lhe sentimentos bons. Quando lhe dei um abraço no final, senti que ambos tínhamos conseguido passar o melhor do seu filho. E só isso nos interessava. 

Fátima Lopes

Posso dizer que pensamentos sobre o Luis vêm e vão regularmente, e que a morte dele teve um impacto forte na forma como encaro a vida e o nosso tempo aqui. E sinto falta dele... Já não visito Portugal há mais de dois anos e a razão é porque para mim, eu não sei o significado de um Portugal sem o Luís. E não tenho vontade de descobrir esse sítio, que é diferente daquele em que cresci.  

Daniel Silva

Querido Luís, o amor como adubo, reforça a vontade. Grande beijinho.

Bárbara Marinho

Um livro que devem aproveitar para comprar além de ser uma lição de vida, ajuda uma grande causa. Parabéns Dr. Luís! 

Ana Vieira

Em todos os momentos que estamos juntos, ele está sempre presente. Ele criou esta amizade que nos une. Fisicamente não tá cá, mas nunca desaparecerá do nosso meio. 

Antonio Loureiro

O que escreve transmite paz. Adoro. Obrigada por partilhar connosco.

Adriana Coelho

O AMOR é eterno!!!

Maruxa Nascimento C. Boullosa

Porque não me apercebi do seu sofrimento durante o tempo em que convivi consigo? Eu nunca tive a menor ideia do naufrágio em que se encontrava. [...] Lembro-me dos seus relatórios financeiros, da introdução da arte nestes documentos enfadonhos... e de quanto isso nos divertia. [...] E lembro-me de alguns almoços, em que falávamos tranquilamente de qualquer assunto, até de fenomenologia... [...] Orgulha-me pertencer a esse círculo restrito de pessoas que atraem a sua atenção.  

B.

Estou comovido... Um abraço.

Firmino Silva

Mais uma vez conseguiu transmitir uma mensagem lindíssima. Parabéns!

Ana Vieira

Que bonitas palavras Luís. Obrigado. Parabéns e saudades, a ambos os Luíses e à Adelaide.

Francisco Lobo

"Mas quero festejar contigo, e levar outros comigo, em tons poéticos." Obrigada, Luís, por partilhar e nos levar consigo.

Clara Lencastre

Adorei o livro. Li-o de uma vez. Extremamente bem escrito. Sereno como me tinhas dito e como vocês são. Deixou-me também muito serena. Que linda homenagem ao Luís e à sua Mãe. Falaremos mais tarde.

Beatriz Coentro de Pinho

Tudo o que escreve e tudo o que rodeia "A Geometria do Amor" é de uma intensidade tal que nos transporta, melhor eleva para um estado de alma verdadeiramente sublime, faltam-me palavras... Deus sabe colocar as pessoas certas na hora certa... 

Rosa Costa Lila

'Com a escrita deste livro procuro apontar para o predomínio da transcendência sobre a realidade.' Basta-me esta frase para lhe dar um abraço real, transcendente e se permitir eterno!

Edmundo Silva

Quem dá com amor, recebe numa quantidade e tamanho incomensuráveis! Não é para todos, mas quem dá assim, nunca está satisfeito, porque quer (dar) mais e mais. Namastê!

Susana Oliveira

Um abraço aos três. Amei as suas palavras. 

Armando Santos

Gostava tanto de ter conhecido o Luís... Mas quem sabe não nos cruzaremos um dia e ele vai ser uma pessoa ainda mais bonita!

Susana Oliveira

Parabéns, meu amigo, pela sua telúrica força de vida, e pela enorme entrega a um ideal de transcendência que, longe de o consumir, o expande e o enobrece. Um abraço.

Luís Pais Borges

Com uma lágrima no olho que tive conhecimento deste livro dedicado a um amigo que apesar da sua infelicidade ainda conheci, quero endereçar com um grande abraço ao Pai e um Beijo à D. Adelaide pelo grande apoio que também me deram enquanto eu estive nesse Hospital.

António e Antónia Patrícia Arranja

Obrigada Luís Quintino, pelas palavras, mas especialmente pelas que nos oferece no magnífico livro "A Geometria do Amor - na luta contra o cancro". Um dia gostava de falar sobre este livro... Falaremos!!! Obrigada. 

Ana Homem Albergaria

Nós somos mortais mas através da sua obra seu Luís se tornou imortal! Ele ficará eterno em prateleiras de bibliotecas ou pessoais... dos bons leitores.

Ana Maria Lima Marques

Muito bem, Luís! Muito bem!

Ana Maltez

Foi nas palavras ditas e não ditas, nos silêncios, nas esperas... no olhar, nos lapsos de tempo sem ele, e sempre á espera dele que o Luís sempre soube que tem o melhor Pai do Mundo. Parabéns Dr. Luís Quintino pelo filho completo que tem.

Anabela Casal

A vida por vezes é dolorosa demais... é a força espiritual que nos dá toda a coragem para seguir em frente... 

Luís Sotelino

Foi com muita emoção, carinho e reconhecimento que li o seu livro... fez-me relembrar alguns momentos que tive a oportunidade de partilhar convosco e que nunca esquecerei. Proporcionou-me também importantes momentos de reflexão e de aprendizagem quer como pessoa, quer como profissional. Considero que o seu livro é de uma riqueza e sensibilidade extremas. Obrigado!

Eva Almeida, enfermeira IPO Lisboa

Um abraço muito apertado, e acreditem que em algures, o Luís é uma estrelinha brilhante a olhar para vocês! É nisto que eu acredito diariamente!

Paula Sá Ribeiro

Não tenho palavras para descrever o que senti ao ouvi-lo hoje. Não tenho palavras para descrever o que sinto ao lê-lo todos os dias. O amor, a cumplicidade, o respeito, a serenidade... No dia 20 de Junho, vou estar no IPO.

Márcia Ferreira da Silva

Dr. Quintino amei a sua entrevista... que amor tão genuíno, tão profundo, tão bonito vos une aos três... como o Luís deve estar orgulhoso e feliz de ter um Pai como o dr... lá em cima a estrelinha brilhará sempre!

Paula Alexandra Pereira

Só muita dor nos faz escrever com tanta limpidez, nos faz resplandecer com tanto rigor o nosso sentimento.

Anabela Casal

"O caminho para a distância..." Cada vez que te ouvimos, ficamos sensibilizados com a ternura e a força das tuas palavras. Tento depois destes momentos que muito me sensibilizam, traçar o caminho inatingível mas delineado pelo Amor, até à Eternidade... 

Conceição Lima

Tudo isto é muito lindo e profundo!

Jorge Oliveira

Que magnífico testemunho e que lição de vida! E a questão da revolta é incrível, pois é o meu grande sentimento! Há que tentar aprender com os grandes! Fantástico!

Ana Teresa Martinho

Obrigada meu querido! Adoro do fundo do coração a serenidade do olhar do luisinho!

Liane Santos

Acabei ontem de ler o livro. Comovente, sublime, pungente. Chorei. Maravilhei-me com a escrita e a cultura do pai e do filho. Fiquei feliz pelo encontro dos nossos filhos, tardio mas muito forte. Muito enriquecedor para a Ana. Um beijo e um abraço muito amigos e sentidos. Fiquei com enorme vontade de estar convosco.

Manecas

Senti-me incrivelmente perto do Luís e sinto que quando a saudade for insuportável, "A Geometria do Amor", é o sítio onde regressar. [...] Obrigada. Muito obrigada. Sem esta leitura, talvez não me tivesse lembrado de quanto adoraqva as mãos do Luís. (Ver texto completo em "Detalhes").  

Inês Pais

No passado sábado celebramos o valor da amizade numa escala intemporal. Conseguimos unir o visível e o invisível, o tangível e o intangível. Demonstramos que os valores que alguns de nós partilham em vida não se perdem quando a perdem por cá.

Luís Quintino

Sinto-me extremamente honrada pela vida me ter dado o privilégio de conhecer um ser tão especial, alguém que perante um momento de sofrimento conseguiu retirar algo de bom e nos ajudar a ter uma visão diferente do que realmente importa na vida.

Risita Figueiredo

Agora que me encontro de férias tive finalmente a oportunidade de ler, com calma, o livro "a geometria do amor", terminei a leitura agora mesmo; não quero repetir-me nos justos e merecidos elogios que já certamente recebeu, quero apenas deixar-lhe um profundo e sincero abraço e dizer-lhe que o Luís nunca ficará esquecido, não apenas pelos contornos da sua morte, mas sim, principalmente, pela pessoa que era e que inspirava os Outros a serem.

Adão Oliveira

Sem saber porquê olhei para o capítulo 28 e deparei-me com nomes muito importantes para a minha vida... Comecei a ler... Não consegui parar de chorar... A minha vida está ali... MUITO OBRIGADA pelas tuas palavras! 

Cláudia Caracol

Acabei de ler "A Geometria do Amor" e como um ímpeto, não posso deixar de expressar o sentimento que me deixou. O vosso guerreiro partiu, sem dúvida íntegro e humilde, mas não com o dever cumprido... esse continua porque ele o eternizou.

Clara Reis

Senti profundamente a força desse sentimento genuíno e puro revelado em sua obra. E isso me faz acreditar que ainda existem pessoas boas nesse mundo. Fiquei muito feliz ao perceber que a nossa família contém essa vibração positiva.

Ana Maria Lima Marques

Não sei porquê, mas tive a nítida sensação que o Luís estava ao vosso lado a sorrir com o peito pleno de orgulho por ter sido tão amado, por ser tão amado. Bem-hajam por tudo. Bem-hajam por terem escrito e nos autorizarem a ler a maior história de amor que pode ser narrada em livro. 

Isabel Ferreira

É rico em todos os aspectos... é uma experiência... sem palavras... a vivência e a partilha é enriquecedora e o amor é sem limites. 

Sonia Almeida

Devo dizer que foi uma leitura apaixonante, sentida e sofrida. Agradeço esta partilha que nos faz pensar e repensar no sentido da vida. Faço votos que o tempo ajude a encontrar mecanismos para tentar amenizar esta saudade, deste filho tão querido.

Ana Dixe

Estou na África do Sul e apercebi-me de algo ao ver a sua reportagem que me deu força para lhe escrever. Vocês os três e toda a vossa história, coragem e fé em viver e aproveitar a vida, deu-me um enorme impulso para hoje, neste momento, estar a realizar o meu sonho em Durban. Obrigado! 

João Ramos

Muitos parabéns! Sinto-me muito feliz!!! 

Inês Rosa

[...] missão cumprida de forma excelente pelo Luís que nos transmite / deixa este legado: o da amizade inabalável, exuberante, com elos fortíssimos; o da alegria com um sorriso lindo estampado no rosto e o de nunca baixar os braços. Namastê.

Prim Corga

Foi um privilégio. Foi uma lição. Foi uma partilha. Comoção constante. Muito obrigada por nos ter permitido estar presentes.

Adelaide Gonçalves

Ontem vi a sua entrevista com a Fátima Lopes e fiquei maravilhada. Parabéns! Tocou toda a gente. 

Ana Vasconcelos

É impressionante a ressonância afectiva que as suas palavras têm gerado... Mérito seu, claro, mas tambémk do Luís que habita em si. É impressionante como, apesar de tanto sofrimento, consegue transmitir tanta serenidade e lucidez.

Ana Granja

Luís... cada palavra fica, de uma forma muito forte.

Ana Sousa

"A Geometria do Amor" não é um livro sobre morte ou doença. Ambas estão lá mas é a força de viver do filho, a disponibilidade dos pais e o amor, não só dos três mas de todos aqueles que os rodearam, que mais sobressai. "Cabe muita vida e felicidade nos intervalos da morte", lê-se a certa altura. Não é que cabe mesmo?

Anabela S. Carvalho

Luís, muito obrigado pelas palavras. Toda esta envolvente tornar-se-á, se já não é, imortal! Um forte e sincero abraço.

Adão Oliveira

Maria Adelaide acabo de ler o vosso LIVRO e de o eleger entre tantos que li como a "manhã que vai durar". Penso que deveria ser de leitura obrigatória para quem vive a dois. Um grande abraço. 

Maria Alice Dantas

Não era amiga íntima do Luís, mas conhecia-o bem. Havia sempre um sorriso entre os dois e um olá, tudo bem? Lamento tudo o que aconteceu, nem tenho palavras. Mas queria dar-lhe os parabéns pelo livro, pela pessoa que é e pela coragem demonstrada. Sua e da sua mulher. E sem dúvida alguma, do Luís. Sei que não queriam, mas vocês são uns heróis. Continuem com a vossa força, que tanto ilumina as pessoas à vossa volta.

Catarina Carola

Ler 'A Geometria do Amor', do meu amigo Luís Quintino, teve uma repercussão imensa em mim, por várias razões. Primeiro, por me apresentar pessoas admiráveis, como seu filho e sua esposa, e todos aqueles que os acompanharam nessa jornada de amor. Também, por aprofundar discussões filosóficas importantes sobre tudo que vale refletir, vida, morte, amor, amizade, respeito, ética, sensibilidade.

Leila Mota

Olá Pai do Luís. Ouvi a sua entrevista no programa da Fátima Lopes e fiquei fascinada com o seu discurso, cheio de afecto e clarividência. Eu tenho uma filha que também teve um problema oncológico à 14 anos atrás, hoje tem 17 anos. [...] Logo que possa vou comprar o livro. 

Fátima Marques

Enorme, como sempre!!

Diogo Leite

Caro Luís, obrigado por existir e por ser meu amigo. O seu filho, lá onde ele está, tem orgulho em si.

Mário Alberto Arango Florentino

Tenho de vos dar os Parabéns pela educação, pela força, pelo espaço, pelo respeito que demonstraram e ensinaram ao Luís. Não tive o prazer de privar muito com ele mas pela leitura sinto que era um Homem extraordinário! [...] O Gonçalo adorou a forma como descreveste o quarto dele, ele costuma fazer algumas perguntas sobre o Luizinho... por isso aquele abraço caloroso quando vos viu. Eu por vezes até estranhava, vindo nada... uma pergunta... 

Kikas

Quando cheguei a casa comecei a ler o livro e acabei hoje, com apenas um intervalo de algumas horas para dormir. Parafraseando a Adelaide "a Geometria do Amor é um livro lindo, lindo, lindo!". Não tenho palavras para lhe agradecer a oportunidade que me deu de conhecer o Luís filho, jovem tão promissor, tão lindo, tão profundo, tão generoso, tão PESSOA!!!

Ana Granja

Este livro dá-nos a conhecer a personalidade do Luís, a sua humanidade, a sua cultura, a sua sede de saber, e sobretudo a sua luminosidade, que chegava aos outros também através do seu sorriso, que eu consigo imaginar, através das suas descrições tão sentidas e atentas.

Clara Lencastre

A "Geometria do Amor" é uma leitura dura, mas revigorante. Cada página, é um degrau alcançado na escadaria da admiração por esta família. A emoção aconselha-nos a ler num quarto escuro, iluminado apenas pela luz perpétua dos nossos heróis - Luís Filho, Luís Pai e a Mãe, Adelaide. Obrigado meu caro Luís Quintino por este testemunho avassalador. Muito, muito obrigado.

Pedro Teixeira da Silva

O Prof. tem sido a minha companhia deste verão, tem-me ajudado imenso como sempre fez, um dia nas lições na UMP, agora na lição de outra vida, ... , pois esta vida tem-me dado certos desafios e agora ao ler "A Geometria do Amor" vou buscar alento que necessito. Obrigado!

Ana Portela Correia

Foi belo o que se passou ontem nos Paços da Cultura. Sempre me perguntei como seria: podemos imaginar a dor dos pais que perdem os filhos mas não podemos senti-la de facto. Mas ontem, perdoe-me por o dizer, a partilha dos vossos sentimentos foi de tal modo intensa e generosa que fiquei bem perto de sentir a vossa dor.

Isabel Ferreira

Já li o seu livro. Agradeço por o ter escrito. Envolvente, enternecedor, subtil e a transpirar Amor. Parabéns!

Regina Moura

Sábado foi um dia especial que perdurará para sempre nas nossas memórias. Queremos agradecer a todos aqueles que escolheram partilhar a noite connosco, na forma que encontrámos para expressar melhor o nosso sentimento pela amizade e pelo amor.

O Núcleo Duro

Bem haja pelas suas palavras, pois tal como o Luís são mais que palavras... são sentidas, vindas do âmago do coração, de um espírito sábio. 

Prim Corga

Linda e profunda homenagem. Parabéns.

Maria Antunes

A tertúlia "Capas e Kopos" reuniu sábado em Coimbra. Comemorámos 10 anos de existência... e brindamos ao Luís. Porque ele foi parte de nós, e porque nunca esquecemos a sua boa disposição, companheirismo e alegria.

Solange Jesus

Detalhes

Crítica no blogue "Crónicas de uma Estante", de Inês Ventura

 

Aceda através do link:

 

https://cronicasdeumaestante.wordpress.com/

 

Jornal Único - Reportagem sobre a terceira edição do Party Sleep Repeat

 

Aceda através do link:

 

http://jornalunico.pt/party-sleep-repeat-conquista-maior-adesao-de-sempre/

 

 

In & Out - RTP Informação (Apresentação da terceira edição do Party Sleep Repeat)

 

Aceda através do link:

 

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=826818&tm=4&layout=122&visual=61

 

 

Da Ana Granja

 

Apresentação na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, em Oliveira de Azeméis, na tarde do dia 28 de Fevereiro de 2015

 

Diz Valter Hugo Mãe que “as palavras são magras para conter o mundo”. E tem razão, principalmente quando se trata de dizer a morte de um filho.

 

Nunca é fácil transferir um percurso de dor e sofrimento para uma dimensão discursiva. Trata-se, muitas vezes, de dizer o que não se sabe dizer. Segundo o mesmo autor, “a morte é um exagero: leva demasiado, deixa muito pouco”.Na verdade, há muito excesso e muito exagero na morte de um filho. E o próprio Luís, no seu livro,  afirma que “tudo pecou por ser excessivo”, assumindo que através da escrita procurou “ o predomínio da transcendência sobre a realidade” como um caminho, o seu caminho.

 

É indelével o esforço do Luís em manter, através das palavras, uma distância e exterioridade que lhe permitam sobreviver às emoções devastadoras que a perda de um filho impõe. É esse esforço que o remete, numa fase inicial do livro, para o papel de narrador de uma história sofrida, contador de uma história cuja dramaticidade quereria não fosse a sua. Mas esta é a sua história, o que o obriga paulatinamente a mergulhar nela, a assumir-se como um dos protagonistas, pleno, uno, inteiro. Delanão é possível manter exterioridade, como é impossível para ela não arrastar docemente a Adelaide Mãe, porque também ela não pode estar de fora. E porque só assim faz sentido: Pai, Mãe, Filho, de mãos dadas, numa geometria tecida com laços que o amor não deixa desatar. Como diz o próprio Luís,

 

“Não está ao nosso alcance avaliar o coração de uma mãe: de uma mãe que acompanha, que ri, que chora, mas que também sonha acordada com o seu filho; que se transforma em sua enfermeira e lhe capta as mais pequenas impressões e sensações. Por isso, este livro se compõe de pequenas e grandes dicas, entre lágrimas, muitas delas ao telefone. A solidão de uma mãe assim não tem nome!” P. 358

 

Neste meu percursoreflexivo sobre o livro do Luís, apercebi-me que ele tem uma dimensão visual, estética e imagética muito forte. E a imagem que me surgiu de imediato, a partir não só do título da sua obra, mas também das linhas e das entrelinhas, foi a de um vórtice. O vórtice é um conceito matemático, relacionado com a dinâmica de fluídos, e que se representa numa forma concêntrica, num redemoinho, num turbilhão. Trata-se de um jogo de forças, às vezes conflituantes, às vezes antagónicas, mas sempre dinâmicas; forças que se revolvem, que às vezes lutam, mas que outras vezes parecem dançar. Também neste livro encontramos forças extremas, emoções intensas, que ora se atraem, ora se repelem, movimentos de aproximação-afastamento, mas sempre, sempre, a procura de um equilíbrio através do qual seja possível não ser sugado até um ponto de não-retorno. Diz-nos o Luís:

 

“ A incerteza e a saudade queimam-me a cada página que vou escrevendo. É uma batalha que travo a cada instante. Concentro-me no essencial evitando, num tempo marcado a ferro e fogo, afundar-me em melancolia” (p. 117)

 

Uma das marcas deste livro é a profundidade, a intensidade, a inteireza, porque na morte de um filho não há lugar para a superficialidade nem para coisas pela metade. E por isso este livro é intensamente sofrido, Intensamente belo, intensamente tocante, intensamente autêntico, intensamente lúcido, intensamente sereno, intensamente humano, mas sobretudo intensamente AMOR. É esse o ingrediente que legitima e sustenta todos os outros. Este livro é um grito de AMOR.

 

Partilho com Idália Sá-Chaves a convicção de que, porventura, nenhuma experiência é tão humana e tão transformadora quanto a do sofrimento. Vou partilhar convosco um texto desta grande Mulher (que tive o privilégio de ter como professora no meu programa doutoral, também ela uma mãe em luto):

 

“O sofrimento é um fenómeno profundamente humano. Talvez até aquele que, de forma mais absoluta, nos aproxima dos níveis de questionamento existencial mais íntimos e que, nesse exercício teleológico, comporta a essência do nosso ser-estar no mundo. Reenvia-nos à procura das razões da vida, das suas finalidades, do sentido que faz. E é neste lugar de reflexão que se cruzam todos os discursos com os quais procuramos compreender esse mesmo sentido: discurso político ou social, o discurso científico, o discurso económico, religioso, poético, filosófico, entre outros.

 

E é através dessa configuração multidiscursiva, ou melhor, interdiscursiva, que procuramos lidar com o sofrimento, abrindo brechas nas suas muralhas e derrubando as paredes de silêncio, que possam permitir levar alguma luz, lá, ao lugar recôndito onde cada um de nós guarda os gritos que não gritou e aqueles que nos faltam gritar, mas que guarda também a reserva de humanidade que, um dia, porque nascemos, nos foi legada. 

 

Trata-se de uma reserva ética. Um nicho de dignidade intocável. Uma migalha de diferença que nos diferencia e nos iguala e que, por isso, nos aproxima e interliga na procura de destinos comuns e partilháveis”

 

O livro do Luís é um tratado de Alquimia do sofrimento, de transmutação de um elemento noutro, sendo comovedora a forma como as trevas se transformam em luz, como a agonia se transforma em esperança e serenidade, como a dor se transforma em amor.

 

“Existia, em tudo quanto vivíamos, uma enorme poesia. (…) Toda a situação que vivíamos, que estava na razão directa da escrita deste livro, confirmava que a dor não conseguira inutilizar a poesia. Talvez porque no lugar da dor era amor aquilo que sentíamos…”(p. 378).

 

Esta capacidade de alquimiar o sofrimento só é possível quando se atinge uma dimensão que já não é apenas existencial mas que é essencialmente ontológica.

 

Em vez de ficar atolado na saudade de um passado que não se cumpriu e de um futuro que não se vislumbra, o Luís ainda encontra forças para emergir do vórtice que ameaça sugá-lo, do abismo onde é fácil cair, e volta inteiro, pleno, transformado e… ainda mais humano. O Luís percebeu, tal como nos diz Clarice Lispector, que "Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós."

 

A procura da interioridade, em busca da quietude da alma: esta é a aprendizagem dos sábios, e não está ao alcance de todos.

 

Cada situação pessoal de sofrimento tem uma marca de singularidade. O sofrimento humano é uma experiência que ninguém pode viver na vez de ninguém.E, por isso, talvez seja legítimo dizer que podemos partilhar tudo, menos o sofrimento. Como nos diz Lucília Nunes, “O sofrimento de alguém é sempre solitário e sempre inominável, porque incomunicável na sua perplexidade e extensão, o que faz de cada sofredor um sofredor, específico na sua irresolução e na sua incomunicabilidade”.

 

Este carácter íntimo e pessoal do sofrimento está bem patente no livro do Luís. O sofrimento que aqui encontramos é o seu sofrimento, o caminho que descreve é o seu, e o Luís assume-o humildemente como seu, sem pretender nunca de forma sobranceira impô-lo a quem quer que seja. Mas, apesar dessa marca de singularidade, é comovente a capacidade de se descentrar da sua própria dor, de se elevar do seu próprio sofrimento, para caminhar no sentido dos Outros, erigindo com eles pontes de comunicação, de empatia, de solidariedade, de amizade. Com este testemunho, o Luís mostra-nos que é das situações mais adversas, das situações de sofrimento mais intenso, que emergem os valores que nos cumprem como humanos.

 

É verdadeiramente inspiradora a lucidez e serenidade com que o Luís se apercebe que a morte de um filho não se compadece com o mutismo das coisas já feitas e das certezas arreigadas numa normalidade que deixou de o ser. Perder um filho torna imperativa a metamorfose. E por isso é que, como diz o Luís (p. 358),

 

“o nosso tempo interior tem uma geometria única, que não se repete. Uma geometria que se vai moldando e ajustando no contacto e no convívio com os outros. O nosso tempo interior corresponde a uma dimensão de nós próprios, assentando sempre numa base que se vai renovando: construindo e reconstruindo essa geometria, entre o que é visível e o que é invisível. Todas as janelas do nosso tempo interior se abrem às planícies do possível, mas tudo fica suficientemente desastroso quando assim não acontece” (p.358)   

 

Posso assegurar ao Luís que, com as suas palavras, conseguiu cumprir o objectivo, assumido no seu livro, de “tornar o esquecimento incapaz”. Com este livro, o Luís Pai conseguiu resgatar o Luís Filho do esquecimento. A ausência tornou-se presença. Também eu acredito que é a única maneira de manter vivos os mortos… O Luís está aqui connosco, e por isso vive…

 

A terminar, resta-me dizer que sinto este livro como um acto de extrema generosidade. Entendo-o como uma dádiva – um lugar de cumplicidades, de encontro com os Outros. Apesar do tanto que perdeu, o Luís tem ainda tanto para dar…

 

Este livro é um abraço do Luís a todos os pais e mães amputados de filhos… Obrigada por me envolver nele…

 

 

Da Dr.ª Ilda Costa

 

 

Depoimento para o lançamento do livro “A GEOMETRIA DO AMOR – na luta contra o cancro” no IPO de Lisboa.

 

Como médica do Luís, é com carinho e amizade que me encontro aqui, simplesmente a recordá-lo e a testemunhar como a sua atitude e coragem também me ajudaram nas ocasiões mais difíceis da nossa relação ao longo dos anos.

 

O contacto afectuoso e a compreensão, que intuitivamente trocàmos, facilitaram a relação que não se pode cingir de forma alguma às decisões meramente técnicas.

 

Conheci o Luís com 19 anos, já depois do tratamento inicial da sua doença oncológica, algo fragilizado, contido, mas extremamente dócil, na companhia dos pais. Desde logo percebi que o amor incondicional e o respeito mútuo era o mote desta família.

 

Foi com uma relação de confiança com o Luís, e o amor atento dos pais, que fomos tomando as decisões necessárias.

 

Na sua forma dócil e partilhando sempre, o Luís procurava sempre adequar as suas actividades, e eram muitas, às restrições que os tratamentos intuíam, criando desde logo uma cumplicidade comigo.

 

A mudança do projecto profissional e da Universidade à procura da sua realização pessoal, as idas aos concertos, às exposições, o amor à leitura e à arte, o voluntariado, a responsabilidade e o empenho em honrar os compromissos… Envolveu com o seu afecto os outros profissionais do nosso Serviço nos seus projectos.

 

Mesmo nas alturas mais difíceis foi ele que conseguiu apaziguar-me.

 

Ao ler o livro que hoje é apresentado no IPO percebo ainda melhor o carácter exímio deste jovem que soube viver, crescer, procurar a sua realização pessoal e ajudar tantos dos que com ele privaram.

 

Surpreendeu pela inteligência, pelo carácter e pela força interior mesmo nos momentos mais difíceis.

 

Considerou-me a “sua melhor amiga” mesmo quando era notório que a “ciência” lhe tinha falhado.

 

Quero agradecer aos pais dos Luís a amizade e confiança que sempre depositaram em mim e o gesto nobre que têm ao partilhar este período difícil e muito pessoal da sua vida familiar, de forma benemérita para a nossa Instituição a para esta Causa.

 

É com emoção e gratidão que vos dirijo estas palavras. Bem hajam.

 

 

Lisboa, 20 Junho 2014

 

 

Da Professora Doutora Maria da Glória Garcia

 

 

Lançamento do livro de Luís Quintino, A Geometria do Amor

(Instituto Português de Oncologia, 20/6/2014 – 16h e 30m)

 

Conheci o Luís muito antes de ele ter nascido e enriqueci o conhecimento que dele tinha tempos depois de nos ter deixado. A sua vida percorre, por isso, um tempo que não é físico, presencial, antes é um tempo de encontro com os outros para além do ser de cada um. Enfim, o tempo que a tudo dá sentido.

 

Tempo de encontro, já longe, na Universidade de Coimbra, início dos anos setenta, numa conservadora Faculdade de Direito, que olhava com indiferença e pouca consideração as mulheres que nela estudavam. Tudo porque a escolha do curso de direito por uma mulher era, em si, pouco compreensível já que significava uma opção pela discriminação, significava a aceitação de um lugar secundário na sociedade portuguesa, pois às mulheres estava, à época, vedada a carreira de magistrado – judicial e do Ministério Público – bem como a carreira diplomática, em qualquer dos casos só admissível aos homens. E é fácil compreender que, mesmo nas profissões jurídicas permitidas às mulheres, a confiança nas suas capacidades fosse reduzida.

 

Nesse contexto conheci a Adelaide, vinda do Norte, Oliveira de Azeméis, e a Beatriz, de Ovar, que em breve se associaram ao grupo de Coimbra, do Liceu feminino Infanta D. Maria, a que pertencia, e do qual faziam parte, entre outras, a Sofia, a Arménia, a Paula. Juntas íamos às aulas, trocávamos segredos, angústias, ambições, sonhos, esperanças. O nosso futuro era construído por nós. Sabíamo-lo bem. Nele confiávamos. O 25 de Abril, vivido com a intensidade dos vinte anos, no final do curso, viria dar sentido à nossa escolha e à esperança que tínhamos de um mundo melhor e mais igualitário, um mundo onde fosse possível viver, como Sophia de Mello Breyner poeticamente disse, «uma vida justa» e «um tempo limpo».

 

Nesse meio universitário, feito de amanhãs e vivido fundamentalmente em grupo, conheci, na suavidade natural do estar da Adelaide, o Luís. Não o Luís aqui presente, fruto também de um encontro, um encontro de duas liberdades para uma vida em comum, mas o Luís filho, aquele que brotaria de um sonhado acto de amor e que, na sua identidade, carregaria a vivência límpida e tranquila da mãe. Uma transparência com sabor a mistério que se torna apetite para sempre novos e frutuosos encontros. Porque o Luís só podia ser quem é por quem dele cuidou antes de ser, por quem o amou antes de saber. Nós, as do grupo da Adelaide, que com ela convivíamos diariamente, sabíamos que o Luís só poderia ser especial, muito especial, e essa certeza viria a robustecer-se depois de conhecermos aquele com quem a Adelaide passou a partilhar os instantes de um quotidiano cheio, o pai do Luís.

 

O Luís é, assim, alguém a quem os outros tinham razões para transmitir que era especial e que cedo teve a consciência de que marcava pela diferença.

 

Disso mesmo me apercebi na praia do Furadouro, em conversa fluida mas difícil sobre escolhas profissionais – estava o Luís no último ano do secundário. Nele senti, então, uma enorme procura do que não sabia que poderia ou iria encontrar. Buscava definir a própria interrogação para a sua vida mas os contornos dessa interrogação senti-os tão fugidios que só a procura restava, insistente, presente, irremediável e irredutível, o que impressionava porque não chegara ainda aos vinte anos.

 

Recordo os olhos da Adelaide, contente por nos ver conversar longamente, interrogando-me. E eu sem resposta para dar.

 

Glória, será Direito como nós?

Adelaide, respondi, não sei. Talvez filosofia… Está cheio de interrogações e não se fixa em nenhuma… Leva-o a passear fora portas, a ver mundo…

Mas o Luís há muito que viaja connosco. Tem mundo…, respondeu-me a Adelaide com uma pontinha de angústia na voz.

Então, talvez esteja aí a questão, ripostei algo abruptamente, sem me aperceber da perplexidade que criava e da incongruência em que incorria…

 

Assim é o Luís. Tem aquela diferença que não deixa ninguém indiferente, uma diferença que cria respeito aos outros, ao mesmo tempo que lança no ar o laço que estreita.

 

Foi para a Faculdade de Direito, na Universidade de Coimbra. A experiência, salvaguardada a das amizades, e foram muitas as geradas, não foi boa.

 

A doença, em Coimbra detectada, leva-o não só a trilhar caminhos não sonhados e totalmente inexplorados, caminhos a que o corpo o obrigou, como ainda a desbravar a floresta virgem da sua alma, na avidez do ser que dura para além do ser. Nesse desbravar encontra, no curso de Som e Imagem da Escola das Artes, no Porto, da Universidade Católica Portuguesa, o olhar e o ouvir que o realizava e a esse olhar e ouvir se entregou integralmente, enquanto as forças próprias, e as fornecidas por todos quantos o acompanharam nessa caminhada, o deixaram.

 

Passo a passo, conheci esta caminhada no livro que hoje é lançado aqui, no Instituto Português de Oncologia, que ele tão bem conhecia, por dentro e por fora. Escrito pelo pai do Luís, depois do Luís nos ter fisicamente deixado, este livro é um testemunho daquele encontro que a tudo dá sentido e para o qual devemos sempre ter o coração aberto. O encontro em que recebemos dos outros o que lhes demos sem saber que estávamos a dar ou até que julgámos ter guardado só para nós. Afinal a parte de Deus do que fazemos e que nos é revelado através dos outros, como tão belamente o poeta André Gide um dia deixou dito a propósito dos seus poemas.

 

Sentido com a intensidade do tempo voraz que ao consumir-se mais fome tem de si e nunca fica saciado, este livro, escrito em linguagem simples mas elegante, é, em meu entender, um hino à vida e ao desejo de que cada um lhe dê o melhor que tem para dar. A Adelaide e o Luís, aqui presentes, são testemunho desse hino à vida e o seu (nosso) Luís é a própria imagem desse hino. Porque a vida em si não tem porquê e, por isso, perdura para além de todos os nossos porquês.

 

E, porque também eu gosto de poesia, peço a palavra a Fernando Pessoa, investido da personalidade de Alberto Caeiro com a sua sabedoria tranquila:

 

«Se soubesse que amanhã morria

E a Primavera era depois de amanhã,

Morreria contente porque ela era depois de amanhã.

Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?

Gosto de tudo o que seja real e que tudo seja certo;

E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.

Por isso, se morrer agora, morro contente, porque tudo é real e tudo está certo»       

 

 

Da Bárbara Marinho

Aceda através do link:

 

http://anotardiastornardonotaveis.blogspot.pt/2014/06/dear-louie-primavera-eterna-do-meu.html

 

Da Leila Mota - Brasil

Aceda através do link:

 

http://viajarsinescalas.blogspot.com.br/2014/05/a-geometria-do-amor.html

 

 

 

Da Clara Reis

 

Ao Luís e à Adelaide

 

Acabei de ler “A Geometria do Amor” e como um ímpeto, não posso deixar de expressar o sentimento que me deixou.

 

O vosso guerreiro partiu, sem dúvida íntegro e humilde, mas não com o dever cumprido… esse continua porque ele o eternizou.

 

E nós, que por sorte com ele e convosco nos cruzámos, continuamos a sentir o seu contributo através dos amigos que nos fazem acreditar na geração de jovens que de tal maneira honram a amizade e os valores e através de vocês que, tal como o guerreiro que criaram, se revelam guerreiros inspiradores.

 

A minha admiração pela forma “sublime” que encontraram para “sublimar” a dor, é imensa. A expressão de dor e revolta é substituída pela doçura dos vossos olhares e palavras nas diversas formas que encontraram para prolongar a existência de quem se recusam a perder.

 

É a esta fé que eu também me agarro, a fé na existência de pessoas e famílias como a vossa, no amor que prolonga a vida e faz acreditar que ainda há esperança na humanidade.

 

Obrigada.

 

 

Da Inês Pais

 

Olá Luís, faz exactamente hoje uma semana que terminei de ler “A Geometria do Amor”. Permita-me a ousadia de não lhe chamar o seu livro, mas sim, o NOSSO livro. O livro de todos quantos tiveram o privilégio e a bênção de se cruzar com o Luís.

 

Comecei a ler o livro no domingo imediatamente a seguir ao Party Sleep Repeat, no Expresso enquanto viajava de volta para Lisboa. Durante essas 4 horas lia uma página, fechava o livro e fazia uma pausa. Depois retomava. Lia uma página, fechava o livro e fazia uma pausa. Depois retomava.

 

Durante a semana enquanto lia o livro, sentia-me obrigada a fazer várias pausas, os olhos turvos não me deixavam prosseguir a leitura. Foi duro recordar estes acontecimentos desde o seu início, desde a altura em que éramos uns garotos em Coimbra, saudáveis e despreocupados, completamente livres para fazer as nossas asneiras. Sim, também eu reconheço que fizemos muitas asneiras e cometemos muitos excessos. Mas éramos uns garotos em Coimbra como tantos outros, felizes, saudáveis e despreocupados.

 

Viajei até essa altura. O momento exacto em que conheci o Luís em Coimbra, na Latada de 2005. As festas, os jantares, as gargalhadas e os abraços. O momento exacto em que soube que o Luís iria ser operado porque tinha um tumor na cabeça, (estava a subir as escadas para a cantina da ESEC e perdi as forças nas pernas).

 

O momento exacto em que o visitei nos HUC pela primeira vez e o encontrei com um pijama delicioso e o cabelo mal rapado, com uns fiozinhos de cabelo dourados, ainda compridos aqui e ali. Mas sempre, sempre com um sorriso, e sempre, sempre disponível.

 

A Queima do ano seguinte o vimos com um olhar perdido cometendo excessos aos nossos olhos preocupados e impotentes.

 

O verão de 2010 em que estivemos em Barcelos, no Milhões de Festa, em que fomos plenamente felizes e o cachorro quente que partilhamos naquela roulotte, às 6h da manhã, acompanhado de confidências.

 

O regresso a Lisboa. As minhas visitas ao IPO. O Jantar em casa do Luís em que ele cozinhou para mim e para a Lídia e nós comemos os cogumelos todos de tão deliciosos.

 

O outro regresso a Lisboa. As visitas ao IPO. Os nossos cafés na Gulbenkian e os filmes no Indie. Aquele café no Fábulas em que o Luís trouxe o cateter na mão. Aquela vez em que conseguimos permissão e eu a Tânia levamos o Luís ao Musicbox a ver o Xinobi até às 3h da manhã, mal sabíamos que haveria de ser a última vez que saías à noite.

 

Os nossos abraços. As mãos do Luís. As lindas e grandes mãos do Luís. As visitas ao IPO. A última vez que o vi.

 

Foi tudo isto que revivi com esta leitura. Senti-me incrivelmente perto do Luís e sinto que quando a saudade for insuportável, “A Geometria do Amor”, é o sítio onde regressar.

 

Obrigado por serem os melhores pais que o Luís podia ter tido, ele dizia muitas vezes que vocês eram os maiores, mas não sabíamos que era um eufemismo.

 

Obrigada. Muito, muito obrigada. Sem esta leitura, talvez não me tivesse lembrado de quanto adorava as mãos do Luís.

 

Um beijinho para a D. Adelaide, por quem tenho um enorme carinho e admiração. Um beijinho ao Luís, pela coragem e pela partilha.

 

Um enorme bem-haja.

 

Pijama

 

 

Da mãe do Luís

 

Queridas amigas e amigos

Querida família

 

Passado um ano após ter conhecido o Luís-pai num baile de Carnaval, começamos a namorar. E, foi com um poema de Eugénio de Andrade que me fez a sua declaração de amor.

 

O homem da Matemática fria, da Economia, alicerçado na poesia escrita, alicerçado na poesia do seu mais profundo íntimo, escreve a “Geometria do Amor”, que é um verdadeiro poema vivido de Amor.

 

“A Geometria do Amor” nas suas linhas e entrelinhas é um poema do Amor dos Amigos – um amor sem barreiras, sem “mas”. Quando o Luís já estava muito débil, o Tiago, como tantas outras vezes já o tinham feito, em nome dos amigos telefona-me para o IPO, dizendo, que um grupo dos amigos ia a Lisboa ver o Luís. Eu, se por um lado, tinha vontade que eles viessem, por outro lado, queria protegê-los do sofrimento… e, disse-lhe, “não venham”. Ele respondeu-me, “quer queira, quer não queira, a decisão está tomada, nós vamos, queremos estar com o Luís…”. E, vieram ver o Luís; deixei-os a sós no quarto – quando regressei, a todos, em silêncio, as lágrimas corriam…

 

E assim fizeram amigos e amigas, de autocarro, de comboio, de carro… viagens para Lisboa, vindos de S. João da Madeira, de Coimbra, do Porto e de tantos outros sítios.

 

“A Geometria do Amor”, nas suas linhas e entrelinhas é um poema do Amor das Médicas e Médicos; Enfermeiras e Enfermeiros.

 

Médicas e Médicos abraçaram o Luís com competência, com respeito absoluto pelo seu estado, pela sua juventude, pelo seu “ser”. Estudaram, pesquisaram, aplicaram, deram o seu melhor para combater e travar a doença. Acompanharam o Luís desde o 1.º momento com a sua entrada nos HUC em Coimbra até à sua despedida no IPO em Lisboa de uma forma totalmente próxima, com verdadeiro amor.

 

Mas essa proximidade não se limitava ao Luís. Na verdade eles consideravam-nos aos três “Luís, Adelaide, Luía” como uma unidade – nas suas decisões era considerada essa unidade dos três… com competência, com segurança, com toda a disponibilidade do mundo dialogavam… aconchegavam… serenavam o nosso coração.

 

Enfermeiras e Enfermeiros, desde o 1.º momento da entrada do Luís nos HUC de Coimbra até à sua despedida no IPO em Lisboa, todos e todas muito jovens, de um profissionalismo exemplar. Numa dádiva plena, com toda a sua alma, deram ao Luís alegria, vejam lá!!!

 

“Alegria”, até aos últimos momentos. Aconchegaram-no, acarinharam-no com uma doçura sem limites. E, os três, sempre os três – “Luís, Adelaide, Luís” – sentimos verdadeiramente um abraço abrangente, reconfortante em todos os momentos, momentos de angústia, momentos de insegurança, momentos de desespero…

 

“A Geometria do Amor” nas suas linhas e entrelinhas é um poema de amor vivido nos corredores e enfermarias do IPO. Este é um mundo paralelo, em que da dor nasce o afeto, os laços de amizade que nunca mais se desenlaçam…

 

“A Geometria do Amor” nas suas linhas e entrelinhas é um poema do Amor das professoras e professores que desde o Infantário até à Universidade, sempre acompanharam o Luís. O Luís, desde os bancos da Escola, sempre criou uma empatia e confiança espontânea com os seus professores. Foi no coração de alguns dos seus professores que o Luís encontrou o porto de acolhimento da sua intimidade mais íntima, do seu desabafo e, fê-lo através dos seus trabalhos académicos. O Luís sempre nos quis proteger, a nós pais, do sofrimento, como um verdadeiro guerreiro…

 

“A Geometria do Amor” nas suas linhas e entrelinhas é um poema do amor das avós de sangue e também das avós dos pudins e das gulodices – convictas das suas orações rezaram com uma fé sem limites… mas, nesta vida não há regras… “o que tem de acontecer” é implacável – na verdade somos infinitamente pequeninos, o que a vida tem para nos dar é completamente imprevisível e incontornável…

 

“A Geometria do Amor” nas suas linhas e entrelinhas é um poema do amor dos tios e tias, primos e primas, amigos e amigas dos pais do Luís, colaboradoras e colaboradores de profissão dos pais do Luís, que sofreram connosco, viveram connosco e chegaram sempre no momento certo, com o abraço na forma imprescindível e necessária que o abraço pode ter…

 

“A Geometria do Amor” é um poema do Amor dos três, “Luís, Adelaide, Luís”, profundamente alegre, profundamente sofrido, profundamente sereno, profundamente “amor”.

 

“A Geometria do Amor” é uma revelação do amor que, enquanto vivido não damos conta que o estamos a viver – os silêncios, o olhar doce, meigo; o sorriso lindo; os beijos ternos… na consciência da despedida…

 

Nesta saudade infinita é a sua recordação que nos sustenta…

 

No meu gabinete, ao lado da minha secretária, tenho uma fotografia do Luís, com uma frase escrita pelo pai que diz assim: “[…] e foi exatamente assim que, nesta doce e terna lembrança, tu definiste em mim a eternidade. Mas isso não me consola nem trava o meu grito indizível: eu sinto falta de ti aqui, não na eternidade!”

 

Há um ano atrás a jornalista Anabela no Labor escreveu: “Sempre há vida depois da morte…”

 

Com “A Geometria do Amor” o Luís-pai mantém o nosso filho vivo – perpetua aqui e para sempre, dentro de nós, a sua eternidade.

 

Eu já a encontro na semente que germina no íntimo de cada amigo, de cada amiga do Luís…

 

“A Geometria do Amor” é um livro lindo… lindo… lindo…

 

S. João da Madeira, 15 de Março de 2014

 

Luís Adelaide Sendim

 

 

O que é este livro?

  

O livro que vou lançar no próximo dia 15 de Março, nos Paços da Cultura, em S. João da Madeira, evento para o qual ficam desde já convidados, é o percurso de uma experiência que optei por relatar. Não é um exercício de estilo, porque tudo quanto aí exprimo assume total afinidade com a verdade. Nem é, como alguns podem ser levados a pensar, a transcrição de uma luta maniqueísta entre a Luz e as Trevas. Pelo contrário. Este livro fala de cores, de cores vivas. A sua cor dominante é o branco, aquele branco que só uma luz muito intensa é capaz de projectar.

«O caminho para o superconsciente faz-se através do subconsciente», escreveu Aldous Huxley. Foi trilhando esse caminho que consegui escrever este livro.

A nossa mente é um lugar de características únicas. Ao recordarmos as nossas mágoas e as nossas humilhações aproximamo-nos dos Outros. Por isso, a escrita deste livro foi um exercício solitário na companhia de muita gente. E nem precisei de fechar os olhos para que as paisagens interiores que me dominavam assumissem maior relevância espiritual do que a que sentia de olhos abertos.

Aceitar a doença de um filho raia o absurdo. Mas não foi por desafiar a razão que a minha fé se alterou. Não a perdi, mas também não foi através dela que procurei entender aquilo que não pode ser entendido.

«Não se pode amar aquilo que não se conhece», escreveu Santo Agostinho. Ao concluir este livro aproximo-me dessa verdade: passei a conhecer melhor o Luís; já o amava, mas, agora que também melhor me conheço, amo-o ainda mais!

A escrita deste livro constituiu uma experiência transcendental, incomparável, apesar do mundo actual a poder olhar com desconfiança. Estou disposto a correr o risco.

Não imagino que percurso vai fazer, nem essa é a minha principal preocupação. Tão-pouco posso antecipar a reacção que vai produzir nos leitores. Contudo, eu, autor, me confesso: ao revelar-me uma parte do mundo em que vivia, mas não conhecia, arrebatou-me aos antípodas da minha consciência.

Foi um mergulhar, sem desespero, no meu mundo interior.

E levei o Luís comigo!
  

S. João da Madeira, 5 de Fevereiro de 2014

 

Sinopse

Porto, 2007, véspera de Natal. Havia um concerto dos Clã, na Casa da Música, desmarcado ao final da tarde. E muitos sonhos por cumprir… Nesta época do ano, carregada de memórias, o tempo corre sempre devagar.
Nesse dia, à semelhança de outros dias, aquele telefonema foi um gesto puro. De cuidado, de pai para filho. Um gesto meigo e previsível. Mas foi aí que tudo mudou.

.................

Com a escrita deste livro procuro apontar para o predomínio da transcendência sobre a realidade. Procuro formas subtis de lidar com uma realidade extremamente adversa. E de lidar com a saudade.

Tudo pecou por ser excessivo e a atitude mais fácil será desejar esquecer. Poderá ser normal, mas não é o meu caminho.

Do lado de cá da janela do quarto do Luís, de onde o exterior lhe parecia violeta, cruzam-se milhares de itinerários individuais que se ignoram uns aos outros. Tratar-se-á de um lugar ou apenas de um sítio?

Procuro tornar o esquecimento incapaz, desejando que estas linhas possam ajudar outros em situação semelhante.

 

Índice

Porquê? | 6
1. O Natal de 2007 | 11
2. Da teoria à realidade | 16
3. Nas entrelinhas de uma história | 20
4. Na memória de um Natal | 27
5. No desmaio do amor | 33
6. No silêncio… sem passado nem futuro | 41
7. Um tempo sem tempo | 50
8. Dos livros e da sua poesia | 56
9. A dobra que a vida faz | 61
10. Nos caminhos da meditação | 70
11. Com as andorinhas em Lisboa | 75
12. O milagre das mãos vazias | 81
13. A foto | 87
14. Mudar de rumo | 96
15. Rebentação | 102
16. Construção do Portfólio | 108
17. Noites quentes | 116
18. O susto | 123
19. Influências e Fé | 129
20. São Francisco de Assis | 137
21. O livro | 145
22. Uma manhã com Job | 153
23. Entre a luz e o nada | 160
24. Na solidão das tempestades | 167
25. Sorrisos através de um vidro | 177
26. Do amor… | 185
27. Zélia! Tu viste a Zélia? | 192
28. Kikas | 201
29. O lilás dos Jacarandás | 206
30. O bisavô e a coragem | 211
31. Nós não queremos aqui heróis! | 218
32. A ponte | 227
33. Imagens e percepção | 237
34. Como uma maré | 242
35. Grito mudo… alguém ouviu? | 250
36. Com APLE e sem Descartes | 257
37. Um grande amor | 264
38. Os médicos não são todos iguais | 272
39. O silêncio da minha casa do Porto… | 279
40. Tu és especial… mesmo! | 287
41. Indie lovers, vemo-nos no próximo ano? | 294
42. Pior é impossível… | 304
43. Traços de rímel | 312
44. Texturas | 322
45. Um esplêndido dia de sol | 328
46. O tempo interior | 334
47. O Imperador de todos os Males | 341
48. Ecos Rock 2011 | 348
49. O dia | 354
50. O dia seguinte | 359
51. Eufemismo | 364
52. O regresso | 371
53. Deslugarização | 376
54. Eu sou o meu corpo | 383
A foto | 392
Um retrato | 393
Sete Sabores | 396
Uma espécie de carta | 397
Posfácio | 419
Agradecimentos | 431
Bibliografia | 435

 

Bibliografia

De Luís Fernandes Lima:
Trabalhos académicos
LIMA, Luís Fernandes – Encontro entre os Luíses e o Louco. Trabalho realizado no âmbito da unidade curricular “Literatura Universal”, sob orientação do Prof. Doutor Henrique Manuel Pereira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2009.

 

LIMA, Luís Fernandes – Portfolio. Candidatura ao curso de Som e Imagem. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2009.

 

LIMA, Luís Fernandes – Relatório Semestral Bolha dos Sem Abrigo: Paróquia do Marquês. Porto: Universidade Católica Portuguesa, CASO – Católica Solidária, Primeiro Semestre do Ano Lectivo 2010/2011.

 

LIMA, Luís Fernandes – Radio. Trabalho realizado no âmbito da UC “Rádio”, leccionada Prof. Doutor Henrique Manuel Pereira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2010.

 

LIMA, Luís Fernandes – Ao Encontro de Santo Agostinho. Trabalho realizado no âmbito da UC “Literatura Universal”, sob orientação do Prof. Doutor Henrique Manuel Pereira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2009.

 

LIMA, Luís Fernandes – Castelos de Portugal: entre o rio Lima e o rio Minho. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2009.

 

LIMA, Luís Fernandes – São Francisco de Assis: Mais do que um Santo uma Influência. Trabalho realizado no âmbito das unidades curriculares “Épocas de Cultura e Mundividência Cristã” e “Metodologia de Investigação”, sob orientação do Prof. Doutor Gonçalo de Vasconcelos e Sousa e do Prof. Doutor Vítor Teixeira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2010.

 

LIMA, Luís Fernandes – Sete Cores Sete Sabores Sete Texturas. Trabalho realizado no âmbito da UC “Escrita Criativa” leccionada pelo Prof. Doutor Henrique Manuel Pereira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2012.

 

LIMA, Luís Fernandes – Autobiografia. Trabalho realizado no âmbito da UC “Escrita Criativa” leccionada pelo Prof. Doutor Henrique Manuel Pereira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2012.

 

LIMA, Luís Fernandes – Exposição do Mundo Português: Uma Abordagem Artística e Histórica, 1940. Trabalho realizado sob orientação do Prof. Doutor Vítor Teixeira. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Escola das Artes, 2012.

 


Artigos em jornais
LIMA, Luís Fernandes – Sobre exposições: Bruce Labruce, Galeria Wrong Weather. Porto. Jornal Labor, 17 de Março de 2011.

 

LIMA, Luís Fernandes – Sobre exposições: Retratos de Mulheres. Man Ray, Jorge Martins, Julião Sarmento. Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, Lisboa. Jornal Labor, 7 de Abril de 2011.

 

LIMA, Luís Fernandes – Sobre exposições: A Arte de Negar a Arte – Marcel Duchamp. Fundação Eugénio de Almeida, Évora. Jornal Labor, 28 de Abril de 2011.

 

LIMA, Luís Fernandes – Sobre exposições: A Arte da Guerra, Museu do Caramulo, Caramulo. Jornal Labor, 19 de Maio de 2011.

 

LIMA, Luís Fernandes – Sobre exposições: My Choice – Obras selecionadas por Paula Rego na Colecção British Council. Casa das Histórias Paula Rego, Cascais. Jornal Labor, 9 de Junho de 2011.

 

LIMA, Luís Fernandes – Sobre exposições: Frida Kahlo. As suas Fotografias, Casa da América Latina. Lisboa. Jornal Labor, 5 de Janeiro de 2012.

 

LIMA, Luís Fernandes – INDIE.FRENTE: Indiferente apenas aos que não lhe assistiram. Jornal Labor, 31 de Maio de 2012.

 


Outra bibliografia citada neste trabalho:
ABRAM, David - A Magia do Sensível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.

 

ALEXANDRE, António Franco - Poemas. Lisboa: Assírio & Alvim, 1996.

 

ALMEIDA, Bernardo Pinto – A Noite. Lisboa: Relógio de Água, 2006.

 

ALMEIDA, Aníbal Duarte – “Reclamações e Elogios”. Diário de Coimbra, 5 de Fevereiro de 2008.

 

ALMEIDA, João Gomes – Manifesto Contra a Racionalidade e 16 outras ficções poéticas. Lisboa: Nicotina Editores, 2010.

 

AMARAL, Fernando Pinto, “Eduardo Lourenço revisitado”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 22. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2008, pp. 11-17.

 

BAAL-TESHUVA, Jacob – Mark Rothko 1903 – 1970 Pintura Como Drama. Lisboa: Taschen-Público, 2004.

 

BERTO, Al – O Anjo Mudo. 3ª. Edição, Lisboa: Assírio & Alvim, 2012.

 

BESSA-LUÍS, Agustina – Longos Dias Têm Cem Anos. Lisboa: Guimarães Editores, 2009.

 

BESSA-LUÍS, Agustina, “Eugénio”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 15. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2004, pp. 119-121.

 

CARVALHO, Armando Silva, “A epistemologia do horror sensato”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 2. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 1998, pp. 23-25.

 

COELHO, Eduardo Prado, “A montanha única”. A poesia ensina a cair. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2010, pp. 29-32.

 

COELHO, Eduardo Prado, “Esse pássaro fluido”. A poesia ensina a cair. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2010, pp. 193-196.

 

COELHO, Eduardo Prado, “Entre uma nuvem negra e uma nuvem branca”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 2. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 1998, pp. 13-17.

 

COELHO, Joaquim-Francisco, “Ante um retrato de Jorge de Sena”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 21. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2007, pp. 163-164.

 

CRUZ, Gastão, “Herberto Helder: Os Passos em Volta ou ‘O Caminho para o Conhecimento’”. A vida da poesia. Lisboa: Assírio & Alvim, 2008, pp. 243-248.

 

CRUZ, Gastão – Observação do Verão. Lisboa: Assírio & Alvim, 2011.

 

CRUZ, Gastão, “Imagem do paraíso e luz negra na vida e na poesia de Luís Miguel Nava”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 16. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2005, pp. 133-139.

 

EIRAS, Pedro, “Política das Sequóias Gigantes: Sobre a poesia de Fiama Hasse Pais Brandão”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 8. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2001, pp. 85-107.

 

EIRAS, Pedro, “Luís Miguel Nava ensaísta: derivas sobre uma leitura”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 16. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2005, pp. 51-62.

 

FERRAZ, Eucanaã, “Eugénio: animal amoroso”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 15. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2004, pp. 15-33.

 

FRAGATA, Júlio – A Fenomenologia de Husserl como Fundamento da Filosofia. 2ª. Edição, Braga: Livraria Cruz, 1985.

 

FRANCO, António Cândido, “Para uma poética de Luís Miguel Nava”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 1. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 1997, pp. 69-82.

 

GARCIA, Alexandre, “O corpo o mundo a escrita”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 16. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 2005, pp. 85-95.

 

GUIMARÃES, Liliana – “Ecos Urbanos, ‘força que não desarma’”. Jornal Labor, 27 de Setembro de 2012.

 

HATERLY, Ana – Nove Incursões. Lisboa: Expansão Cultural, 1962.

 

HATERLY, Ana – O Mestre. 5ª. Edição, Lisboa: Babel, 2010.

 

HELDER, Herberto – Os Passos em Volta. 10ª. Edição, Lisboa: Assírio & Alvim, 2009.

 

HELDER, Herberto – Photomaton & Vox. Lisboa: Assírio & Alvim, 2006.

 

HELDER, Herberto – As Magias. Lisboa: Assírio & Alvim, 2010.

 

HORAN, Nancy – Querido Frank. Lisboa: Difel, 2008.

 

JÚDICE, Nuno, “A Vida”. Relâmpago (Revista de poesia), nº. 3. Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, 1998, p. 79.

 

JÚDICE, Nuno – A matéria do poema. 1ª. Edição, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2008.

 

JÚDICE, Nuno – O Anjo da Tempestade. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2009.

 

JÚDICE, Nuno – Pedro, Lembrando Inês. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2009.

 

KANDINSKY, Wassily – Do Espiritual na Arte. 8ª. Edição, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2010.

 

KAPUSCINSKI, Ryszard – O Outro. 1ª. Edição, Lisboa: Campo das Letras, 2009.

 

KUSHNER, Harold S. – Quando Acontecem Coisas Más às P